terça-feira, 26 de maio de 2015

Qual a diferença entre Pós, MBA e Mestrado?


Muitos acabam escolhendo algo que não é o que esperavam, porque não entenderam a proposta do curso.


Qual a diferença entre Pós, MBA e Mestrado?
Muitos jovens se formam e decidem dar continuidade aos estudos. Mas grande parte não sabe qual curso procurar, quais as vantagens de cada um e qual atenderá melhor seus objetivos. Às vezes acabam escolhendo algo que não é o que esperavam, porque não entenderam a proposta do curso. Pós-graduação, MBA e mestrado são os caminhos mais comuns para se seguir depois de se formar no Ensino Superior. Algumas pessoas pensam que os três são iguais, no entanto, eles são bem diferentes, e destinados a públicos específicos. Por isso vamos explicar o que cada um deles oferece para que vocês possam fazer uma escolha consciente.

O termo pós-graduação já engloba todos os cursos que podem ser feitos após a conclusão do curso superior – seja de bacharelado, licenciatura ou tecnológico. Existem duas modalidades de pós-graduação:

LATO SENSU – corresponde aos cursos de especialização. São cursos voltados para o aperfeiçoamento e atualização do profissional. São destinados a quem quer se aprofundar em uma área, com a intenção de trabalhar nela. Ou seja, são cursos para otimizar a prática profissional. Nessa categoria, estão inclusos os cursos de especialização e o MBA.

MBA – Master in Business Administration – em português significa, mestre em administração de empresas. Apesar do nome, o MBA não é um mestrado. No Brasil é considerado um curso de especialização, latu sensu, porque é voltado para a prática profissional. Esse curso geralmente é procurado  por profissionais que já estão no mercado e que querem melhorar seus conhecimentos nas áreas de gestão e negócios, para se formarem executivos.

Especialização – são os cursos destinados a quem deseja se especializar em determinada área, bem específica, que pode estar ou não relacionada à primeira graduação. Por exemplo, quem se forma em Administração pode fazer especialização em administração pública, hoteleira, de empresas, hospitalar, etc. Em geral, esse tipo de curso é procurado por profissionais que entram em uma nova área e querem focar seus conhecimentos ou por aqueles que gostam muito de uma área e se especializam para conseguir entrar no mercado de trabalho.

STRICTO SENSU – são os cursos voltados para pesquisa e estudo das teorias  de uma determinada área. São destinados à formação científica e acadêmica, ou seja, são mais indicados a quem pretende seguir a carreira acadêmica, como professor, ou científica, como pesquisador. Dentro dessa modalidade, estão os cursos de mestrado e doutorado.

Mestrado – é um curso onde o objetivo é estudar e dominar um assunto específico dentro de um tema. Para isso, o aluno deve produzir uma dissertação sobre seu assunto de interesse. É mais procurado por quem quer ser professor ou pesquisador, mas também pode ser feito por quem deseja ampliar seus conhecimentos para ter uma melhor formação no mercado de trabalho.

Doutorado – geralmente é feito após a conclusão do mestrado. O objetivo é formar pesquisadores, por isso o aluno deve produzir uma tese, para provar alguma ideia que possa contribuir para o crescimento de uma determinada área de conhecimento. O doutorado é o grau mais alto de estudo no Brasil. Em outros países, no entanto, existem ainda o pós-doutorado, conhecido como PhD.

Fonte: Informações extraídas do site Emprego Certo.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Conhecimento Taçito

A palavra "tácito" é originada do latim tacitus = não expresso em palavras. É a forma do conhecimento inerente a cada pessoa em particular, não sendo fácil sua transmissão através da fala ou escrita, mas sua existência é facilmente percebida na prática cotidiana. conhecimento tácito  pode ser entendido como aquilo que uma pessoa é capaz de realizar com eficácia e que é adquirido com as experiências de vida dessa pessoa.

Por estar vinculado diretamente às pessoas, o conhecimento tácito é  de difícil disseminação e de grande valor para as empresas modernas, que tem no capital humano, representado pela capacidade criativa dos funcionários, seu maior patrimônio.
Tal conhecimento é estudado, dentro das empresas, por profissionais da área de Ciências Humanas, como Filosofia, Psicologia, Sociologia e Gestão de Negócios. A finalidade é tentar transformar o conhecimento tácito e conhecimento explícito, público, para que todos tenham acesso a ele. Mas a questão principal, como já foi dito, é a dificuldade de expressão desse conhecimento em textos.

A melhor maneira de transmitir um conhecimento tácito é através da convivência direta com outras pessoas, grupos, na execução de tarefas ou projetos que exijam os conhecimentos que não conseguimos explicitar, como por exemplo, andar de bicicleta, que é uma atividade simples, porém, de difícil ensinamento, uma vez que a habilidade é uma característica pessoal.

É uma forma de conhecimento subjetivo, não mensurável, de difícil captura e transmissão e, por isso mesmo, muito valioso.

Um exemplo de conhecimento tácito ocorre quando alguém, muito experiente em cozinha, nos passa uma receita. Anotamos todos os ingredientes, a sequência de elaboração, o tempo e tudo mais que é necessário para o preparo da receita, porém, ao final, parece que falta alguma coisa, um toque especial e esse toque é exatamente o conhecimento tácito que o cozinheiro tem e que nem sempre consegue passar para outras pessoas.
Essa dificuldade em transmitir o conhecimento tácito é inerente a todos, pois quando explicamos algo, geralmente temos a certeza de estarmos sendo claros, porém, como cada pessoa tem suas próprias vivências e, portanto, seus próprios conhecimentos tácitos, muitas vezes essa transmissão não ocorre a contento.


O que está dentro de nós, nos pertence e o conhecemos porque é  nosso. Repassá-lo a outras pessoas nem sempre é uma tarefa fácil e, muitas vezes, é até impossível se levarmos em consideração as experiências, crenças desejos e vontade dos outros.

Por Geraldo Magela Machado

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Conselhos indispensáveis para gerentes e equipes comerciais

Quando estava pensando o assunto que iria abordar no artigo desta quinzena, optei por lhe falar sobre alguns pontos práticos e que o ajude a vencer problemas recorrentes e comuns entre profissionais de vendas: dificuldade de fechar vendas, não saber como superar objeções a compra, falhar ao prospectar, ter pouco volume de vendas para atingir metas e resultados.

Se isso não lhe incomoda, muito bem. Mas se você está dentro da normalidade do mercado, da maioria que convive com estes desafios comuns, aproveite e aplique os conselhos indispensáveis que preparei a seguir:

1. Nunca apresente seus produtos e serviços sempre da mesma maneira. Cada cliente merece ser entendido antes de ser atendido.

2. Evite o mal maior do vendedor: o pré-julgamento que o faz supor necessidades.

3. Faça perguntas abertas para obter respostas (elas começam: “Como”, “O quê” “Quem”, “Por que”, “Quando”, “Onde”) e perguntas fechadas para confirmar entendimento (elas começam com: Deixe me ver se entendi bem… é isso que o senhor(a) deseja? – apenas um exemplo).

4. Crie apresentações memoráveis, marcantes e de bom gosto usando habilidades essenciais do vendedor como criatividade e flexibilidade para agir de forma diferente a cada cliente: quando o cliente deseja status, não adianta enfatizar desconto – apenas um exemplo.

5. Observe todas as oportunidades a sua volta: não esqueça de nenhum cliente, inclusive aqueles que estão inativos, ou seja, que compraram uma vez ou quase isso e nunca mais voltaram.

6. Seja um ator ou uma atriz de sucesso (em vendas). Viva a era da experiência do cliente em que nos encontramos e procure promover mais que uma proposta de valor, dramatize usando objetos, exemplos, histórias. Um amigo vendedor outro dia rasgou 100 reais para convencer o cliente do desperdício que ele teria caso não usasse seus serviços de consultoria – apenas um exemplo.

7. Utilize o poder da imaginação: a sua e a do cliente, principalmente. Termine apresentações de vendas usando frases começando com “Imagine você (nome do cliente)…”, falando de ganhos, benefícios, sensações positivas que ele terá e receberá… e termine com “o que lhe parece essa proposta?”.
8. Seja cada dia mais autoconfiante. Valorize cada negociação e fechamento e lembre-se dos negócios fechados antes de iniciar a tentativa do novo fechamento.

9. Tenha uma boa “caixa de ferramentas”, tudo que você usa para vender, convencer e dar credibilidade a sua proposta: depoimentos de clientes satisfeitos por escrito ou gravados; jornais e revistas com matérias que se relacionem ao interesse do cliente; folders bem elaborados e relevantes para um melhor entendimento; amostras ou “test-drive” do produto.
10. Faça seus controles essenciais para prospectar bem e afunilar os negócios mais quentes usando o conceito de “pipeline” (veja aqui o funil de vendas e mapa de oportunidades). Lembre-se que vendedores e líderes que não mapeiam oportunidades geralmente não atingem metas. “Quando para de ventar é preciso remar!”.

11. Tenha atitude: seu comportamento e suas ações são congruentes com o sucesso que espera ter? Cada vendedor tem o cliente que merece, eu costumo dizer. Se suas vendas crescem, muito disso se deve a atitude positiva com que você faz seu trabalho. Se a gente não faz o que gosta, é preciso começar a gostar do que faz.
Entusiasmo é Sucesso!!!


Por: Por: Marcelo Ortega
 Fonte: 11 conselhos indispensáveis para gerentes e equipes comerciais | Portal Carreira & Sucesso

domingo, 11 de janeiro de 2015

VAGAS DE ESTÁGIO NA EMPRESA ERA DIGITAL

Estágio: Assistente Comercial

Pré-requisitos:
- Idade entre 15 e 20 anos
- Cursando o nível médio (período noturno)
- Conhecimento em Informática
- Disponibilidade de 5 horas diárias (8 as 13:00)

Resumo das Atividades
-Dar apoio à área comercial na prospecção de cliente externo,
geração de visitas e divulgação dos cursos profissionalizantes.

Perfil Profissional
-Capacidade para trabalhar em equipe
-Comprometido com os resultados e as metas da empresa
-Provido de atitude e motivação

A Empresa Oferece
-Bolsa Auxílio, Vale Transporte, e Parcerias com Instituições de Ensino.
-Oportunidade de Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional.
-Plano de carreira.

Interessados entregar o currículo na Era Digital que fica
localizada na Rua José Ernesto dos Santos - Centro de Lauro de Freitas,
em cima da Loja H.looks.

Por Adilson Lima/Fonte: ALN








quinta-feira, 28 de agosto de 2014

IGNORÂNCIA TEMPORÁRIA

ignorancia
Adoro quando me chamam de ignorante. É através da ignorância que somos capazes de crescer em todas as áreas da nossa vida. Se você perguntar a um sábio sobre seu nível de inteligência ele dirá que está no nível da ignorância.

Precisamos cultivar nossa ignorância temporária, porque a partir dessa ideia corremos atrás do aprendizado que precisamos, abrimos nossa mente para as novidades, o conhecimento e à evolução humana.

Profissionalmente também é a mesma lógica. Só quem se considera ignorante aprende, porque quem acha que já aprendeu tudo decreta a falência do próprio desenvolvimento.
Uma vez fui palpitar na profissão de um empresário e o ouvi dizer: “Se eu precisasse dos seus conselhos para ter sucesso na vida não teria construído este grande império”. Dois anos depois o restaurante dele quebrou, e quando fui falar com ele na época era para informar que os clientes reclamavam da carne fria e do mau atendimento dos garçons.
Muita gente apanha da vida por ser arrogante e ter excesso de autossuficiência. Precisamos de autoconfiança, amor próprio e dependermos cada vez menos da opinião dos outros, mas isso não vale para o aprendizado. Só crescemos quando nos consideramos leigos, por maior que seja a nossa formação.

Há pessoas que nunca cursaram uma faculdade e não possuem títulos nem diplomas, mas elas têm muita experiência, vincos na cara e calos nas mãos, que geralmente são os maiores diplomas que alguém pode portar. Porém, por falta de papel que prove quase nunca são ouvidas.
Conserve sua ignorância e agradeça toda vez que alguém lhe classificar como ignorante.
Depois disso, assuma essa ignorância temporária e corra atrás do que precisa aprender, lembrando que você não tem obrigação de saber tudo sobre tudo, mas precisa saber muito sobre uma ou duas coisas, e um pouco de cada coisa.

Por Paulo Sérgio Buhrer* 

domingo, 22 de dezembro de 2013

Como fazer toda sua equipe produzir excelentes resultados



Toda equipe tem os seus – os vendedores “estrela”. São aqueles poucos que produzem 3, 4, 5 vezes mais do que seus colegas. São aqueles que salvam as metas do mês, por isso são tão respeitados pelos seus gerentes, amados pelos clientes, respeitados e invejados pelos colegas – até os diretores da empresa sabem seus nomes.

E depois temos o resto. Todos os outros vendedores que não são ruins, mas também não conseguem resultados espetaculares. Profissionais que têm os mesmos produtos e serviços para vender, a mesma tabela de preços, a mesma lista de clientes, o mesmo “comissionamento”, e ainda assim não conseguem se aproximar dos resultados de vendedores/vendedoras de sucesso.
Um líder de vendas reconhece essa diferença de performance na equipe e geralmente busca conhecer melhor seus campeões para descobrir por que vendem mais. Aí encontram uma salada: gente experiente e inexperiente, agressivos e reservados, metódicos e desorganizados, etc. Parece impossível entender o que os diferencia do resto.

Tanto é assim que criou-se o mito do “nascido vendedor”. Ao acompanhar os bons vendedores a campo, estudar seus métodos e comparar seus sistemas, é comum encontrarmos gerentes e diretores que simplesmente desistem de tentar explicar como é que os vencedores chegam àqueles resultados. Simplesmente levantam as mãos para os céus e dizem “Não sei exatamente por que são tão bons, só sei que preciso muito deles aqui”.

Nós defendemos o contrário. Exatamente por causa dos seus resultados, campeões de vendas deveriam ser parte da estratégia central de qualquer líder de vendas. Afinal de contas, eles/elas são bibliotecas ambulantes das melhores práticas em vendas que podem existir.

Embora uma diferença entre os melhores e os piores vendedores de uma empresa seja um fato da vida, essa diferença pode ser diminuída substancialmente ao entender o que faz do vencedor um vencedor. Essa informação pode ser depois utilizada para recrutar, treinar e remunerar de maneira mais inteligente toda sua equipe de vendas.

Aqui começa o desafio. É comum (ou pelo menos deveria ser) um gerente acompanhar vendedores em visitas (ou monitorar via telefone ou dentro da loja, dependendo do caso) para depois fazer um coaching com o vendedor. Infelizmente, como não sabem o que estão procurando, os gerentes têm a tendência exagerada de basear-se em seus próprios preconceitos, fazendo anotações geralmente inúteis mais tarde.
Segundo o especialista Neil Rackham, diretor da Go to Market Partners e autor do clássico Rethinking the Sales Force (Repensando a Força de Vendas, ainda sem tradução no Brasil), o principal motivo pelo qual gerentes de vendas não conseguem identificar os segredos do sucesso de seus melhores vendedores é porque estão procurando no lugar errado. Por algum motivo, gerentes dão ênfase exagerada às características pessoais do vendedor, como personalidade ou atitude. As escolas mais antigas de vendas valorizavam muito essa parte motivacional, mas com o avanço da ciência de vender, enfatizar apenas a atitude acaba provocando o vazio e o desalinhamento estratégico. Hoje sabemos que, além da atitude, é fundamental que o vendedor desenvolva continuamente suas habilidades se quiser ter sucesso.
Para deixar isso mais claro, Rackham criou um sistema de 5 fatores para medir a performance de uma equipe de vendas.

1. ESTRATÉGIA – Nenhum item nesta lista de fatores de sucesso é mais maltratado do que a estratégia. Ao mesmo tempo, é o mais crítico. Que clientes vou contatar? Quais produtos/serviços que temos são melhores para ele? Qual a proposta única de valor da empresa? Quais são nossos diferenciais competitivos? Essas são as primeiras perguntas que qualquer campeão de vendas se faz antes de sair para vender. É importante entender a estratégia da venda, para então entender por que seus melhores vendedores são tão melhores do que o resto.

2. PROCESSOS – O segundo fator, e infelizmente também ignorado, é o que Rackham chama de processos, ou atividades – ou seja, o que o vendedor faz exatamente para vender mais? Como prospectam e qualificam novos clientes? Quais são os passos seguidos durante o processo da venda? A quais passos dão mais importância? Como agregam valor ao processo? Quais são os pontos críticos que ajudam o cliente a decidir? Examinar as atividades dos campeões permite entender como é que eles colocam em prática a estratégia que criaram antes de sair para fazer a venda.

3. HABILIDADES – E necessário saber mais do que as velhas técnicas de fechamento. Seus melhores vendedores fazem muitas perguntas? Ouvem atentamente as respostas? Usam as informações coletadas para personalizar suas propostas e conversas? Como administram seu tempo? Como administram seus relacionamentos? Sabem negociar? O que mais? Existe um ‘caminho das pedras’ que faz com que estes vendedores consigam consistentemente resultados melhores do que o resto. Raramente é uma coisa só, mas sim uma soma de coisas bem feitas.

4. FERRAMENTAS – Mesmo uma simples agenda é usada de maneira completamente diferente por campeões de venda. E-mail, folders, material de apoio, brindes, laptops, tabela de preços etc. Às vezes os melhores vendedores não usam tudo que poderiam, mas criam combinações únicas muito criativas (e eficazes) para melhorar sua produtividade. Muitos gerentes esquecem de aprender com seus vendedores as melhores formas de usar as ferramentas disponíveis e exigem que elas sejam usadas apenas de um jeito predeterminado pela empresa, esquecendo-se do que mais importa: vender. Prefira mil vezes um vendedor que usa metade das ferramentas, mas vende, do que outro que faz tudo que lhe mandam e depois não vende nada.

5. MÉTRICAS: Os números pedidos pela gerência são geralmente bastante básicos: faturamento do mês, número de vendas fechadas, número de clientes contatados etc. Mas os melhores vendedores têm sempre um sistema pessoal de metas, objetivos e de medição dos seus resultados. Dificilmente eles acompanham apenas os resultados que a empresa contabiliza e acabam desenvolvendo sua própria análise. Eles geralmente valorizam outras coisas além da quantidade de vendas, como o relacionamento criado com seus clientes, o índice de recompra, a satisfação deles em relação ao produto e ao serviço prestando etc. Descubra quais são as métricas que seus campeões de vendas analisam e tente levar isso para o relatório geral do departamento.

Estes 5 fatores determinam a produtividade e o sucesso de um vendedor. Os campeões e as campeãs de vendas não fizeram mais nada do que identificar quais são os elementos/passos mais importantes da venda e o que é necessário para executar esses passos corretamente.
Pela nossa experiência, a maioria dos gerentes concentra-se demais em apenas uma das peças desse quebra-cabeça – as habilidades técnicas de vendedor, com forte ênfase na parte motivacional.
Se você realmente quer entender o que separa seus campeões do resto, você obrigatoriamente tem de olhar além das características pessoais. Tem muito mais coisa acontecendo – estratégia, processos, habilidades, ferramentas e métricas. É na sinergia de todos esses fatores que reside a verdadeira força do campeão de vendas e onde está a chave do sucesso que você, como gerente, procura para reproduzir no resto da equipe.



 Por Raúl Candeloro



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